Exposição 20 anos do Instituto Margarida Losa
Átrio e Biblioteca central da FLUP
Até 2 de março de 2019
Mais informação em: https://www.facebook.com/ilc.flup/posts/2409055842456969
Chamada para artigos: Cadernos de Literatura Comparada
Até 15 de fevereiro
Mais informação em: http://ilcml.com/call-for-papers-cadernos-de-literatura-comparada/
Novos títulos da coleção de Estudos de Literatura Comparada
-O murmúrio das imagens I: poéticas da evidência, Joana Matos Frias
-O murmúrio das imagens II: modos de ver [em] Ruy Cinatti, Joana Matos Frias
-De passagem: artistas de língua alemã no exílio português, Teresa Martins de Oliveira e Maria Antónia Gaspar Teixeira
-Cartas selectas de Werther. Traduzidas do francez, Maria Antonia Gaspar Teixeira
-Modos de ver, modos de escrever. Da imagem e da escrita em Herberto Helder e Jean-Luc Godard, Rita Novas Miranda.
Mais informação em: http://ilcml.com/novos-titulos-da-coleccao-estudos-de-literatura-comparada/
Concurso Estímulo ao Premio Científico Individual
Até 8 de fevereiro
Mais informações: http://ilcml.com/fct-abre-concurso/
Tuesday, 5 February 2019
Wednesday, 30 January 2019
Chamada de artigos para o número de junho da revista E-lyra
CHAMADA DE ARTIGOS
HIBRIDISMOS NA POESIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA
Revista eLyra #13 (Junho 2019)
Um dos aspectos histórico-literários mais decisivos para a constituição da poesia moderna deriva inequivocamente da progressiva libertação de formas textuais pré-constituídas ou impostas. Neste sentido, a poesia estabeleceu um diálogo prolífico com outras práticas artísticas – tais como as artes visuais, a performance, o teatro, a narrativa, o cinema, a música, a história em quadrinhos etc. –, passando a incorporar procedimentos mais identificados com outros ofícios e, assim, a habitar uma zona de indiscernibilidade formal. Com essa perspectiva, propomos para o número 13 da revista eLyra uma reflexão sobre poesia e hibridismos. Serão aceitos artigos que, orientados num sentido teórico-crítico, ou de análise empírica de obras específicas, permitam ponderar em que medida os hibridismos próprios da modernidade e da contemporaneidade têm configurações poéticas articuláveis entre si, de modo a sugerir a possibilidade de uma problematização sistemática que possa dar conta não apenas da singularidade de fenómenos particulares, mas também da transversalidade deste processo de desestabilização das fronteiras entre as artes, os géneros e as diferentes tipologias discursivas. Serão também aceitas recensões sobre obras poéticas ou teórico-críticas que dialoguem com esses tópicos.
ORGS.: Ida Alves e Marília Garcia
Prazo para envio de artigos: 30 de abril de 2019
Serão aceitos trabalhos inéditos, de autores doutores ou de doutorandos, nos seguintes idiomas: português, inglês, francês e espanhol.
Não serão aceitos trabalhos que não estejam de acordo com as normas da revista.
Envio das contribuições somente pelo email da revista eLyra: revistaelyra@gmail.com
Friday, 18 January 2019
Thursday, 10 January 2019
Novo dossier da revista Kamchatka sobre experimentación poética e contracultura nos contextos ditatoriales ibéricos e latinoamericanos
Recentemente publicouse o dossier "Experimentación poética y contracultural en contextos dictatoriales ibéricos y latinoamericanos (1960-1990): colectivos, acciones y reacciones" da revista Kamchatka.
Por unha banda, este dossier inclúe artigos sobre Arxentina, Uruguay, Chile, Ecuador, Euskadi, Galicia, así como sobre redes transnacionais de creación experimental. Ademais, conta cunha antoloxía de poemas visuais da plaquette Sopa de letras (1976), de N. Cacho-Chacón, Hugo Diz e Horacio Sapere.
Pódese consultar a portada e a introdución na seguinte ligazón e o dossier completo aquí.
Saturday, 29 December 2018
O Poético e o Político | eLyra — Revista da Rede Internacional Lyracompoetics | 11, 2018
Thursday, 29 November 2018
Exposições sobre José Saramago nas III Jornadas Internacionais
No âmbito das III Jornadas Internacionais José Saramago da Universidade de Vigo, neste que é o ano das comemorações dos 20 anos do Nobel português, a I Cátedra Internacional José Saramago organiza várias exposições sobre o autor português.
"O Premio Nobel de Saramago na Imprensa Galega"
A primeira é uma exposição inédita intitulada «O prémio Nobel de Saramago na imprensa galega». A 8 de outubro de 1998 foi anunciado que o Prémio Nobel da Literatura era, pela primeira vez, atribuído a um escritor de língua portuguesa. A imprensa global noticiou com apresso e reconhecimento este feito indissociável de toda a lusofonia.
"O Premio Nobel de Saramago na Imprensa Galega"
A primeira é uma exposição inédita intitulada «O prémio Nobel de Saramago na imprensa galega». A 8 de outubro de 1998 foi anunciado que o Prémio Nobel da Literatura era, pela primeira vez, atribuído a um escritor de língua portuguesa. A imprensa global noticiou com apresso e reconhecimento este feito indissociável de toda a lusofonia.
Na Galiza não foi diferente e, passados 20 anos, as notícias publicadas nos principais jornais galegos aquando do anúncio do Nobel poderão ser visitadas entre os dias 3 e 5 de dezembro, na histórica Casa das Campás, no campus de Pontevedra da Universidade de Vigo. A entrada ao público é gratuita e decorrerá entre as 9h e as 20h.
A exposição foi organizada por Luísa Pina e a instalação contou também com o apoio de Laura Carrillo.

"José Saramago: 20 anos do Prémio Nobel"
Além disso, uma parceria entre o Camões, I.P. e a Fundação José Saramago tornou possível que qualquer instituição, em qualquer parte do mundo, tenha a partir de hoje à sua disposição uma exposição inédita, em português e inglês, comemorativa dos 20 anos do Prémio Nobel de Literatura de José Saramago.
Com curadoria da FJS e realização do estúdio Silvadesigners, a exposição «José Saramago: 20 anos do Prémio Nobel» é composta por 22 painéis com fotografias de Estelle Valente, textos de Ricardo Viel e ilustrações de Gonçalo Viana que, em conjunto, traçam um panorama da atribuição do máximo galardão das Letras ao autor de Todos os Nomes.
A I Catedra Internacional José Saramago tem muito gosto em poder exibir esta exposição, no âmbito das III Jornadas Internacionais José Saramago da Universidade de Vigo, na Casa das Campás, entre os dias 3 e 5 de dezembro. A entrada é gratuita e aberta a todo o público.
"A passarola"
Finalmente, haverá também uma exposição de cinco obras de animação audiovisual que constituem representações e adaptações livres da passarola de Memorial do Convento, de José Saramago realizados por María Abal Blanco / Ruth Pérez Rodríguez; Laura Carrillo Neira / Bianca Anton Mihaela; Andrea Alonso Casado / Gels Caletrío Rubio / Sarah Espinosa / Yvonne Marielle López Gaus / Alba Velázquez García; Nicolás Vázquez Ben / Adrián García Suárez; e Daniela Lama Rodríguez / Carlota Rivas Corrales / Sheila Santana Rúa.
As cinco animações são o resultado das conclusões iconológicas e iconográficas alcançadas por estes grupos de estudantes da cadeira “Procesos de Animación Audiovisual II” (curso académico 2016-2018) do mestrado “Libro Ilustrado e Animación Audiovisual” (Facultade de Belas Artes da Universidade de Vigo). Trata-se de um projecto de colaboração e de investigação deste mestrado com a CJS que ainda se encontra em curso, uma vez que se pretende editar estas obras em formato DVD.
Cordenador do Mestrado: José Chavete Rodríguez.
"A passarola"
Finalmente, haverá também uma exposição de cinco obras de animação audiovisual que constituem representações e adaptações livres da passarola de Memorial do Convento, de José Saramago realizados por María Abal Blanco / Ruth Pérez Rodríguez; Laura Carrillo Neira / Bianca Anton Mihaela; Andrea Alonso Casado / Gels Caletrío Rubio / Sarah Espinosa / Yvonne Marielle López Gaus / Alba Velázquez García; Nicolás Vázquez Ben / Adrián García Suárez; e Daniela Lama Rodríguez / Carlota Rivas Corrales / Sheila Santana Rúa.
As cinco animações são o resultado das conclusões iconológicas e iconográficas alcançadas por estes grupos de estudantes da cadeira “Procesos de Animación Audiovisual II” (curso académico 2016-2018) do mestrado “Libro Ilustrado e Animación Audiovisual” (Facultade de Belas Artes da Universidade de Vigo). Trata-se de um projecto de colaboração e de investigação deste mestrado com a CJS que ainda se encontra em curso, uma vez que se pretende editar estas obras em formato DVD.
Coordenador/a do projeto: Sol Alonso Romera & Fernando Suárez Cabeza.
Sunday, 18 November 2018
Espectáculo poético-musical de Electroplasma: "Do poleiro da sombra"
Se tudo a vãs palavras se reduz
E com elas me tapo a retirada,
Do poleiro da sombra nego a luz
Como a canção se nega embalsamada.
José Saramago
Dentro do marco das III Xornadas Internacionais José Saramago da Universidade de Vigo, que se celebrarán entre os días 3 e 5 de decembro, contarase coa performance poético-musical e audiovisual do grupo Electroplasma.
Electroplasma é un proxecto formado por Xurxo Nóvoa e Alexandre Soares. Xurxo Nóvoa (Vigo, Galiza) é poeta e fundador do proxecto Guilherme e Bastardo, e Alexandre Soares (Porto, Portugal) é fundador de GNR e Osso Vaidoso. Eelectroplasma é un local itinerante onde se mesturan poesía, música e teatro, e onde a imrpovisación é un sinal de identidade. O Plasma é un dos estados físicos da materia que posúe propiedades bastante diferentes das de sólidos, líquidos e gases. Non posúe forma ou volume e é electricamente condutor. No universo, o plasma é o estado máis común da materia. O electro-plasma é un tipo de plasma que sostén a súa coherencia física grazas aos harmónicos. Pódese consultar máis información na páxina oficial do seu facebook:
A través do seu espectáculo "Do poleiro da sombra", Electroplasma introdúcenos no mundo de José Saramago. "Do poleiro da sombra" é unha performance poético-musical (e visual) na que Electroplasma propón um roteiro cósmico sobre a obra de José Saramago en ligazón coa poesía lusófona e mesmo universal, especialmente con aqueles autores e autoras da Galiza máis próximos da sua constelación literaria e da súa actitude ética.
Electroplasma invítanos, da forma que segue, ao seu espectáculo, que se celebrará o próximo día 4 de decembro ás 19h00 no Salón X, da Facultade de Belas Artes (Pontevedra):
"Se nos acompanharem nesta passagem, durante uns 60 minutos seremos astronautas a percorrer o universo do Nobel: da Quinta da Broa à Sierra Madre de Chiapas, da faixa de Gaza ao Bundesbank, do Charco Verde e o Timanfaya à sombra das azinheiras sem idade.
Para esta travessia apenas precisam bagagem: vontade de nos encontrarmos e paixão para vivermos na dissidência e no improviso.
Até breve e boa viagem!".
Sunday, 28 October 2018
Call for Papers "Metalepse e transmedialidade"
O Grupo Intermedialidades do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da
Faculdade de Letras da Universidade do Porto, organiza um congresso em torno da
metalepse como noção transmedial. Pretende-se averiguar como e porquê esta figura
está tão presente na literatura e nas artes em geral e analisar as suas muitas
formas de funcionamento e de manifestação.
O congresso terá lugar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, a 4-5 de Abril
de 2019, e privilegiará os seguintes pontos de abordagem teórico-crítica:
- O conceito de metalepse: história e teorias;
- Leituras transmediais da metalepse;
- Metalepse e mise-en-abyme, reconfigurações do autor e do receptor, especificidades genológicas;
- Experiências do contemporâneo: a metalepse ontológica na literatura, nas artes visuais, audiovisuais e performativas;
- Metalepse e crise do dispositivo;
- Metalepse e poesia.
As propostas de comunicação, a enviar para o email ilc@letras.up.pt até ao próximo dia 14 de Dezembro, serão apreciadas pela Comissão Científica do Colóquio e deverão incluir os seguintes elementos:
- Nome
- Filiação institucional
- Nota biográfica (±200 palavras)
- Título da comunicação
- Tópico da comunicação
- Resumo (±200 palavras)
Os resultados da apreciação das propostas serão comunicados até 18 de Janeiro.
INSCRIÇÕES
Primeira fase, até 1 de Fevereiro : 100,00 €
- Estudantes: 50,00 €
- Membros do ILC, da Rede LyraCompoetics : 0,00
Segunda fase, de 2 a 25 de Fevereiro: 120,00 €
- Estudantes: 60,00 €
- Membros do ILC e da Rede LyraCompoetics : 0,00
Para mais informações, por favor contacte ilc@letras.up.pt ou visite o site http://ilcml.com/
- O conceito de metalepse: história e teorias;
- Leituras transmediais da metalepse;
- Metalepse e mise-en-abyme, reconfigurações do autor e do receptor, especificidades genológicas;
- Experiências do contemporâneo: a metalepse ontológica na literatura, nas artes visuais, audiovisuais e performativas;
- Metalepse e crise do dispositivo;
- Metalepse e poesia.
As propostas de comunicação, a enviar para o email ilc@letras.up.pt até ao próximo dia 14 de Dezembro, serão apreciadas pela Comissão Científica do Colóquio e deverão incluir os seguintes elementos:
- Nome
- Filiação institucional
- Nota biográfica (±200 palavras)
- Título da comunicação
- Tópico da comunicação
- Resumo (±200 palavras)
Os resultados da apreciação das propostas serão comunicados até 18 de Janeiro.
INSCRIÇÕES
Primeira fase, até 1 de Fevereiro : 100,00 €
- Estudantes: 50,00 €
- Membros do ILC, da Rede LyraCompoetics : 0,00
Segunda fase, de 2 a 25 de Fevereiro: 120,00 €
- Estudantes: 60,00 €
- Membros do ILC e da Rede LyraCompoetics : 0,00
Para mais informações, por favor contacte ilc@letras.up.pt ou visite o site http://ilcml.com/
Sunday, 21 October 2018
Novo número de E-lyra: "O poético e o político"
Já está disponível o novo número da revista E-Lyra, O poético e o político, organizada por Burghard Baltrusch, Alethia Alfonso, Cristina Tamames e Alba Cid.
Hoje em dia, a relação entre poética e política reveste-se de múltiplos matizes. Não só devido à sua variação ontológica sobre aquilo que criticam, mas também pelas diferenças geo-históricas e culturais, algumas das quais estão representadas neste número. Superando a concepção de “arte política” qualquer restrição temática ou intencional e considerando outras questões, como a adequação enunciativa, a espacialidade ou a actio a ela vinculada, importa dizer que certamente os matizes da relação poética e política são inumeráveis espectros de cinzento, não um branco ou um negro. Expande-se então a ideia de poética e o trabalho do crítico, perfilando uma consideração geral sobre os modos de ler e investigar poesia hoje, ao mesmo tempo que também se torna mais viável entender obras intermediais, o “que fazer” desde o múltiplo. Nesta linha, será necessário questionar uma vez mais a noção de poesia no nosso tempo, prestando a devida atenção ao seu estatuto multifuncional e instável, e operando depois com noções como “poesia não-lírica”ou com a noção de “espaço público”.
Combinando a criação, a atenção teórico-metodológica com a sua aplicação crítica em estudos de caso, ábrese um número plural, polifónico. A filosofia política, a teoria literária, o comparatismo, a hermenéutica e as práticas artísticas convergem em diferentes corpos, espaços ou textos, relacionando praças públicas, prisões, outridades, oralidade e performance, visões sobre as possibilidades e os efeitos de internet, etc. Acredita-se que esta observação cruzada de práticas e discursos de resistência na actualidade, articulados de modo relacional, permite repensar as correspondências entre poesia e política, diferenciar entre efeitos performativos e eficácia política imediata, ligando tudo isso ao alargamento da concepção do poético. Também este número da eLyra começa com uma secção de textos poéticos inéditos, neste caso ordenados por âmbito sociocultural e linguístico e, dentro deste, de forma alfabética. A secção de estudos começa com uma contextualização teórica e metodológica da relação entre o poético e o político, entre solidão e comunidade na poesia, entre poiesis, aisthesise politeia. Como complemento a esta variedade de abordagens, há ainda um inquérito com quatro perguntas a artistas, poetas e investigadores, para que reflectissem sobre a relação entre o poético e o político no seu trabalho. A última secção, “Política do Olhar”, compila fotografias de intervenções e constelações poético-políticas no espaço público, para mostrar a importância dos sistemas de significação não-verbal na interacção e mediação públicas.
Hoje em dia, a relação entre poética e política reveste-se de múltiplos matizes. Não só devido à sua variação ontológica sobre aquilo que criticam, mas também pelas diferenças geo-históricas e culturais, algumas das quais estão representadas neste número. Superando a concepção de “arte política” qualquer restrição temática ou intencional e considerando outras questões, como a adequação enunciativa, a espacialidade ou a actio a ela vinculada, importa dizer que certamente os matizes da relação poética e política são inumeráveis espectros de cinzento, não um branco ou um negro. Expande-se então a ideia de poética e o trabalho do crítico, perfilando uma consideração geral sobre os modos de ler e investigar poesia hoje, ao mesmo tempo que também se torna mais viável entender obras intermediais, o “que fazer” desde o múltiplo. Nesta linha, será necessário questionar uma vez mais a noção de poesia no nosso tempo, prestando a devida atenção ao seu estatuto multifuncional e instável, e operando depois com noções como “poesia não-lírica”ou com a noção de “espaço público”.
Combinando a criação, a atenção teórico-metodológica com a sua aplicação crítica em estudos de caso, ábrese um número plural, polifónico. A filosofia política, a teoria literária, o comparatismo, a hermenéutica e as práticas artísticas convergem em diferentes corpos, espaços ou textos, relacionando praças públicas, prisões, outridades, oralidade e performance, visões sobre as possibilidades e os efeitos de internet, etc. Acredita-se que esta observação cruzada de práticas e discursos de resistência na actualidade, articulados de modo relacional, permite repensar as correspondências entre poesia e política, diferenciar entre efeitos performativos e eficácia política imediata, ligando tudo isso ao alargamento da concepção do poético. Também este número da eLyra começa com uma secção de textos poéticos inéditos, neste caso ordenados por âmbito sociocultural e linguístico e, dentro deste, de forma alfabética. A secção de estudos começa com uma contextualização teórica e metodológica da relação entre o poético e o político, entre solidão e comunidade na poesia, entre poiesis, aisthesise politeia. Como complemento a esta variedade de abordagens, há ainda um inquérito com quatro perguntas a artistas, poetas e investigadores, para que reflectissem sobre a relação entre o poético e o político no seu trabalho. A última secção, “Política do Olhar”, compila fotografias de intervenções e constelações poético-políticas no espaço público, para mostrar a importância dos sistemas de significação não-verbal na interacção e mediação públicas.
Tuesday, 11 September 2018
Conferencias de la profesora Kenya Aubry Ortegón en la Facultad de Filología y Traducción de la Universidad de Vigo
Kenya Gabriela Aubry Ortegón. Doctora en Teoría de la Literatura por la Universidad de Santiago de Compostela y Maestra en Literatura Mexicana por el Instituto de Investigaciones Lingüístico-Literarias de la Universidad Veracruzana. Ha publicado artículos sobre narrativa hispanoamericana de los siglos XX-XXI en Semiosis, Románica Silesiana, La Palabra y el Hombre, Amoxcalli, Cuadernos de Investigación Filológica, entre otras; y capítulos de libro (ediciones de la UADY y de Biblioteca Nueva). Profesora titular de teoría literaria y seminario de investigación en la Facultad de Humanidades de la Universidad Autónoma de Campeche. Líneas de investigación: narrativa hispanoamericana siglos XX-XXI y poesía mexicana siglos XX-XXI.
Los días 17 y 18 de septiembre estará en la
Universidad de Vigo presentando las siguientes conferencias en la Facultad de Filología y Traducción, ambas a las 12 am:
“La construcción social de las fronteras
mexicanas: la narconovela y la novela de la frontera”
En la tradición de la novela mexicana predomina
la preferencia por la narratividad de hechos, acontecimientos y situaciones
sociales que provienen del entorno sociocultural. La novela mexicana a partir
de la última década del siglo pasado manifestó un excesivo realismo mimético,
fenómeno detectado en las llamadas novela de la frontera, narconovela y neonovela
negra. Con el respaldo teórico que nos ofrecen las teorías sobre el realismo
literario, ejemplificaremos tal manifestación (a la que también llamamos novela
de realidad excesiva cuya interdiscursividad es de naturaleza mediática) a
través de tres obras que pertenecen a los subgéneros de novela de la frontera y
narconovela, que al mismo tiempo comparten los códigos del género policial; nos
referimos a Otras caras del paraíso,
de Francisco José Amparán, Balas de plata,
de Élmer Mendoza y Entre perros, de
Alejandro Almazán.
“Poetas mexicanas nacidas en la década de 1950:
agentes poéticos de la construcción sociopolítica actual”
La poesía mexicana se circunscribe en una amplia
tradición de lo que podríamos llamar poesía política: poemas cívicos,
patrióticos, los que exaltan la Revolución de 1910, poemas que satirizan a las
figuras públicas, o los que cuestionan a las instituciones, o los que aluden al
imperialismo cultural y económico norteamericano. Las poetas nacidas en la
década de 1950 centraron sus primeros textos en temas referentes a la identidad
y a la memoria. No obstante, la crisis social por la desprofesionalización
política que raya en el cinismo, la violación a los derechos humanos, el crimen
organizado, la excesiva corrupción y la impunidad, ha movido a poetas como
Coral Bracho y Minerva Margarita Villarreal a girar sus tematizaciones hacia lo
sociopolítico. En este sentido, reflexionaremos en torno de los sujetos
poéticos de las autoras mencionadas, en tanto agentes poéticos de la
construcción sociopolítica actual.
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